We must learn to read

“Assimilação”. - O que significa isso?

- Aproveitar alguma coisa.

- OK, excelente. Absorver.

“Abundante” - Alguém?

- Em todo lugar, o tempo todo.

- Então…”Em todo lugar, o tempo todo assimilação.”

- Sempre absorver tudo, seja o que for, o tempo todo.

- Muito bem, George.

- Como pode imaginar alguma coisa, se as imagens são sempre postas para você? Quem aqui leu “1984″ o ano passado? Bom. Alguém? Meredith.

- Duas crenças opostas ao mesmo tempo. Acreditando que ambas eram verdadeiras.

- Excelente.

- Por que sempre chupa o pau dele, sua puxa saco?

- Acreditar deliberadamente em mentiras enquanto sabem que são falsas? Exemplos disso no dia a dia: Oh, preciso estar linda para ser feliz. Preciso de uma cirurgia para ficar bonita. Preciso ser magra. Famosa. Na moda. Nossos jovens homens, hoje, foram ensinados que as mulheres são prostitutas; vadias, coisas para serem enganadas, espancadas, esculachadas, envergonhadas. Trata-se de um holocausto. 24 horas por dia, para o resto de nossas vidas.  A energia que movimenta. Trabalham arduamente no nosso emburrecimento até a morte. Então, para nos defendermos e lutarmos contra esse processo de emburrecimento de nosso pensamento, precisamos aprender a ler, para estimular nossa própria imaginação; cultivar nossa própria consciência, nosso próprio sistema de crenças. Todos nós precisamos desta habilidade para defender, preservar, nossas vontades próprias.

” How are you to imagine anything if the images are always provided for you? Doublethink. To deliberately believe in lies while knowing they’re false. Examples of this in every day life: Oh, I need to be pretty to be happy. I need surgery to be pretty. I – I need to be thin. Famous. Fashionable. Our young men today are being told that women are whores. Bitches. Things to be screwed. Beaten. Shit on. And shamed.

This is a marketing holocaust. Twenty four hours a day, for the rest of our lives, the powers at be are hard at work dumbing us to death.

So, to defend ourselves, and fight against assimilating this dullness into our thought processes, we must learn to read. To stimulate our own imagination. To cultivate our own consciousness. Our own belief systems. We all need these skills to defend, to preserve, our own minds.”

—           Detachment, 2012

Adios

Posso conversar com você?

ZH – Qual conselho daria para um jovem empreendedor?

McKenna – Comece pequeno. A Apple começou pequena. Desenvolva o seu nicho. Tente fazer a primeira entrada no mercado ser bem-sucedida. Com isso, comece a construir seus relacionamentos e suas redes. O seu conselho de administração é mais importante porque eles são consultores. Steve Jobs, quando começou o negócio, ligou para Bill Hewlett, da Hewlett Packard. E ele atendeu. Ele fazia isso com outras pessoas. Ele ligava e perguntava: “Posso conversar com você?”. E ele disse que ninguém se negou a atendê-lo, mesmo quando era só um garoto. Para ele, a diferença entre as pessoas bem-sucedidas e as que não são é que as que não são não pedem, enquanto os primeiros pedem ajuda. Nem sempre ele ouvia, mas mesmo assim perguntava. É preciso sair e conversar.

Entrevista de Regis McKenna, no caderno Dinheiro, da ZH de Domingo, 08/07/2012.

Adios

Kids…

Tocar campainha e correr.

Minha casa sofre desse mal.

Milhares de crianças se divertem as minhas custas todos os finais de semana.

Há tempos atrás isso era diferente.

Hoje os papéis se inverteram.

Só pode ser vingança dos deuses. Só pode!

O que aprontamos na infância ecoa na eternidade.

Keep running, kids.

Adios

Propósito

“Everything has a purpose, even machines. Clocks tell the time, trains take you places. They do what they’re meant to do. Maybe that’s why broken machines make me so sad, they can´t do what they’re meant to do. Maybe that’s the same with people. If you lose your purpose, it’s like you’re broken.”

Hugo Cabret

Tudo tem um propósito, até as máquinas. Relógios informam as horas, trens transportam pessoas. Fazem o que devem fazer. Por isso máquinas quebradas me deixam triste. Não podem fazer o que devem fazer. Talvez seja igual com as pessoas. Se você perde seu propósito, é como se estivesse quebrado.

 …

“I’d imagine the whole world was one big machine. Machines never come with any extra parts, you know. They always come with the exact amount they need. So I figured if the entire world was one big machine, I couldn’t be an extra part. I had to be here for some reason. And that means you have to be here for some reason too.”

HugoCabret

Imaginava que o mundo inteiro era uma máquina enorme. As máquinas não vêm com peças a mais. Elas sempre vêm com a quantidade exata. E se o mundo inteiro é uma máquina, eu não sou uma peça a mais. Tenho um motivo para estar aqui. E você também tem.

Well done monsieur Cabret. Well done monsieur Scorsese.

Adios

O Homem Vago

Em 2004, o professor Larry Wizniewsky passou quatro textos de João Gilberto Noll para a sua turma de Comunicação Social e Design da UNIJUÍ.  A proposta era fazer um filme de aproximadamente 5min ilustrando a história de um dos textos.

O filme poderia ser feito de qualquer tipo de equipamento, bem como com qualquer tipo de proposta conceitual.

O texto que escolhi foi este.

O HOMEM VAGO

Bateram na porta. Abri. Ninguém. Alguém a me assustar. Depois não sei mais o que fiz. Se voltei ao ponto anterior, se inventei outra ocupação, ou se apenas percebi que o dia chegava ao seu limite e que só me restava ir para a cama, dormir.

Ir à janela e escutar o farfalho não era bem um consolo, mas me sintonizava com o outro lado da voz, compreende? Enquanto tirava a camisa ouvi um assobio a se apagar. “Ditirambo!” Sim, escutei uma palavra em brasa. Agora, um dia claro. Faltava saber se o claro da manhã ou da tarde. Isso nem mesmo os doutores da luz a tentaram adivinhar.

O resultado do trabalho foi este:

Utilizei uma câmera fotográfica digital na qual era possível gravar vídeos curtos, de 1min aproximadamente.

O texto continua sendo muito melhor que o vídeo, mas enfim…eram tempos de faculdade.

Adios

A Internet salvou a arte

Eduardo Salles – do Cinismo Ilustrado - falando sobre como a Internet reativou a arte.

A internet é o museu onde você é o curador. Onde você escolhe o que é bom ou ruim. Se cair no seu gosto, você compartilha. Se não gosta, não compartilha.

Na internet quem decide o que é bom são as pessoas. E na maioria dos casos, é tudo de graça.

Adios.

Microondas. Publicidade. Inovação

Vídeo auto-explicativo.

http://vimeo.com/32141760

BGH QUICK CHEF MUSIC CASO from Vimeo.

Adios

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